Nascido em São Paulo, no bairro da Bela Vista, o Bexiga, a 12 de dezembro de 1929, Antunes Filho destacou-se em meio à primeira geração dos encenadores modernos do Brasil. Dirigindo grandes nomes da cena nacional, consolidou seu prestígio com espetáculos marcantes como "O Diário de Anne Frank", de Francis Goodrich e Albert Hackett (1958), "Plantão 21", de Sidney Kingsley (1959), "Yerma", de Garcia Lorca (1962), "Vereda da Salvação", de Jorge Andrade (1964), entre outros.
Leia a Entrevista de Antunes Filho - Revista Contigo/ano 2010
Fernanda Montenegro (ou Arlette Pinheiro Esteves Torres) nasceu em 16 de outubro de 1929. Atriz brasileira de teatro, cinema e televisão é considerada tanto pela critica quanto pelo público como uma das maiores damas do Teatro Brasileiro. É a única atriz brasileira já indicada ao Oscar de Melhor Atriz (por sua atuação no filme Central do Brasil, em 1998)
Leia a Entrevista Marco Nanini - Revista Sesc/ano 2005
Paulo Paquet Autran (07/09/1922 - 12/10/2007) foi um dos maiores atores brasileiros do teatro, cinema e televisão. Formado em Direito pela Faculdade de São Francisco iniciou no teatro ainda nos tempos de faculdade. Estreou no Teatro profissional com a peça "Um Deus dormiu lá em casa" (1949) de Guilherme Figueiredo, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC).
Ao longo de sua carreira, estabeleceu importantes parcerias com diretores como Adolfo Celi, Zbigniew Ziembinski e Flávio Rangel, e atrizes, como Tônia Carreiro e Fernanda Montenegro.
Entrevista Renato Borghi - Revista Sesc/ano 2009
Tonia Carrero, nome artístico de Maria Antonieta Portocarrero Thedim (RJ, 23 de agosto de 1922) é uma atriz brasileira. Apos longos anos de carreira, é considerada uma das mais consagradas atrizes do Brasil, com marcantes interpretações em cinema, teatro e televisão. Estreou no teatro em 1949, ao lado de Paulo Autran coma peça "Um Deus Dormiu Lá Em Casa", direçção do italiano Adolfo Celi, seu marido. Após a passagem pelo TBC forma com Paulo Autran e Adolfo Celi a Companhia Celi-Autran-Carrero, que nos anos 1950 e 1960 revolucionou a cena do teatro brasileiro ao constituir um repertório com peças de autores clássicos.
Entrevista Zé Celso Martinez Correa - Revista Contigo




